Não sei se sabem mas há, PELO MENOS, dois “jornalistas” que estão em guerra aberta com o nosso consócio ATT..
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Curiosamente são dois "jornalistas" que receberam viagens pagas pelos rosinhas (para escreverem bem deles e mal dos outros).
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Curiosamente, ainda, um desses “jornalistas” é um dos autores do livro de ficção da Sr. D. Carolina Salgado.
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A coisa chegou a tal ponto que um deles diz que o ATT é um … pau mandado do NGP e o outro diz que o ATT é um … labrego !!!
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Vejam bem o nível…
Hoje, em resposta, o ATT ataca … à DRAGÃO !!!
“Divinal
Onde se fala de fonte fidedigna, enorme desagrado, jornalista íntegro, longo circunlóquio, grande presidente, relações cortadas, campanhas denegridoras, indicação expressa, manhosas insinuações, grandes novidades, absoluto silêncio, etc. etc. etc.
Legenda: Factura A tal viagem ao Luxemburgo e a Bruxelas
1. Em finais de Abril, no jornal “Benfica”, Alberto Miguéns decidiu comentar a escuta (publicada no “Correio da Manhã) de um telefonema entre Pinto da Costa e Antero Henrique no qual foi citada uma notícia que O PATO iria publicar no dia seguinte a respeito do caso-Deco e da bota que atirou a Paulo Paraty no decorrer de um jogo Boavista-FC Porto.
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Nessa notícia, O PATO dizia que o referido Deco “(parecia) estar na disposição de pedir escusa da Selecção Nacional, pelo menos enquanto a dita Comissão Disciplinar da Liga não se retractasse daquilo que ele considerava ser um atentado ao seu nome”.
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Essa informação foi prestada – tal como o especifiquei – por uma fonte fidedigna, como aliás o são as fontes d'O PATO, que adiantou de resto, em resposta a Miguéns: “O PATO confia nas suas fontes, tão fidedignas que os desmentidos ao que escreve praticamente não existem nem nunca existiram, o que é aquilo que sempre fez e faz, aliás com enorme desagrado para muita gente, que no entanto se mantém muda e queda.
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Se o que publicou ou publica pode ajudar ou desajudar alguém, desde que seja verdade, é matéria com que não se preocupa. Nem pode preocupar. Agora, uma coisa não admite: que um senhor de seu nome Alberto Miguéns escreva o que escreveu no jornal ‘Benfica’.
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O seguinte: ‘Depois de lermos algumas escutas no “CM”, ficámos elucidados. O PATO de ATT não passa de um daqueles bonecos de pau manietados (ele deve ter querido escrever manipulados, mas enfim…) por um ventríloquo’. Ora, a esse senhor, O PATO (ou ATT) diz apenas: por causa de um paleio como esse, ou desse tipo, já pôs o presidente do Benfica em tribunal. Veja pois se quer segui-lhe as pisadas”.
2. Ora bem, foi com isto que, num artigo n’ “A Bola”, Leonor Pinhão quis não só defender o “jornalista íntegro” (a qualificação é dela) João Manha, como atacar-me, chamando-me (embora indirectamente, e depois de um longo circunlóquio) “labrego”.
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Para em seguida – e desta vez procurando através de um artifício contestar aquilo que a
autora do livro de Carolina Salgado (Fernanda Freitas) a respeito dela sugeriu ou mesmo adiantou (que seria ela a autora das alterações ao seu texto inicial desse livro) – afirmar que “nunca (foi) autora moral, nem material, nem cúmplice, nem pau-mandado de “chantagens fantásticas’”.
3. Quanto ao “labrego”: eu poderia obviamente responder-lhe dizendo que labrego é o… ou labrega a …. dela. Mas não digo. Embora não possa chamar-lhe o nome que me apetece porque, ao que parece, segundo o nosso código penal, certos qualificativos, mesmo se conformes à realidade, são considerados caluniosos, e por isso puníveis. Por exemplo: o empresário Manuel Barbosa chamou um dia “vigarista” a Vale e Azevedo (aquele grande presidente do Benfica que Leonor Pinhão, e não só ela de resto, tanto enalteceu) e condenaram-no por isso ! Pelo que…
4. Quanto ao “pau-mandado” (de Pinto da Costa, presumo): pois bem, não só estive durante anos (oito ou nove, creio) de relações cortadas com ele, como há três anos que não lhe falo. Ou por outra: falei-lhe há dias, a comunicar-lhe que iria colocá-lo como testemunha no processo que movi ao presidente do Benfica. Mas falei com ele tal como falei com diversas outras pessoas, e algumas delas muito benfiquistas. Mais nada. .
Trato-o por tu, é verdade. Mas nunca ele entrou em minha casa nem eu na dele, nem sequer tomámos alguma vez uma refeição em particular, e raríssimas socialmente.
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Sendo que, no que diz respeito ao meu portismo, não faço dele nem uma droga, nem uma justificação para seja o que for, incluindo acções contra outros portistas (não sou conspirador nem mantenho lóbis), e muito menos organizo campanhas denegridoras de gente séria para defender a parte do meu clube que circunstancialmente me possa interessar. Nem escrevo para jornais ao mesmo tempo que faço campanhas por um candidato à presidência do meu clube – Vieira - e trabalho na sua (do clube) comunicação a troco de 7.500 euros (1.500 contos)/mês, tal como Leonor Pinhão trabalhou no Benfica, até que o mesmo Vieira (que desde aí passou a atacar) a trocou por Cunha Vaz.
5. Quanto a Manha: já dei indicação expressa ao meu advogado para lhe instaurar um processo (pelas cobardes e manhosas insinuações caluniosas que me fez), processo esse de que terá notícias em breve. Pelo que – repito – espero que se vá preparando.
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Porque terá de provar quem é que não gosta “de pagar o seu sustento”, quem é que é “amanuense de Pinto da Costa”, quem é que “escreve sob pseudónimos”, etc. etc. etc.
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Sendo que gostaria também que ele me explicasse por que razão a viagem de Calheiros ao Brasil é por ele (e por Leonor Pinhão, etc. etc.) considerada um crime, e aquela de que eles beneficiaram (ao Luxemburgo e a Bruxelas) da parte do Benfica não o é.
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Isto, quando o mesmo Manha escreve que, ao afirmar que Leonor Pinhão aceitou uma viagem paga pelo Benfica, Pinto da Costa “tirou do saco das arremetidas desprezíveis uma gravíssima acusação”.
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E as que ela e Manha fazem não o são ? Para utilizar uma palavra que pelo visto lhe é (a ele, Manha) cara, e que ele utilizou (de longe é claro) a respeito de Valentim Loureiro, só posso dizer: este Manha é divinal !
6. Mas Leonor Pinhão acrescenta – ainda a respeito do atrás citado caso-Deco – que “o presidente dos árbitros garantiu ao presidente do FC Porto que o árbitro Paulo Paraty ‘não vai utilizar agressão’ no relatório do jogo (Boavista-FC Porto)”.
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O que pressupõe evidentemente uma interferência desse presidente dos árbitros numa matéria que não é a dele, pressão sobre Paulo Paraty, aceitação por parte dessa pressão, e por aí fora.
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Embora se trate de uma falsidade de uma ponta à outra: Paraty escreveu o seu relatório a seguir ao jogo, mandou-o como se deve por fax e nunca mais lhe tocou. É só Leonor Pinhão ligar a esse árbitro, para ficar a saber que é assim.
Isto, se ele lhe atender o telefone…
7. A terminar: já agora, fico à espera de ver aquilo que Leonor Pinhão e João Manha vão escrever a respeito das afirmações de Luís Filipe Vieira a Judite de Sousa, segundo as quais a Liga lhe prometeu levar a análise do processo do Apito Dourado até às últimas consequências, o terá informado (só pode ser a Liga quem o fez) de que para a semana haverá grandes novidades nessa matéria, e que na próxima terça-feira será recebido, em companhia do presidente da Comissão Disciplinar da Liga e do presidente do Conselho de Justiça da Federação, pelo presidente desta última.
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Olha se fosse Pinto da Costa a dizer uma coisa destas, que pressupõe, esta sim, um intolerável tráfico, ou pelo menos tentativa de tráfico de influência !...
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Para já não falar no absoluto silêncio que, da parte das autoridades, continua a subsistir relativamente às escutas que implicam o presidente benfiquista.
Uma coisa é certa: vou ficar atento, para ver como é.