terça-feira, 15 de abril de 2008

Os suspeitos do costume...

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Numa antevisão feita ao jogo de hoje contra o Setúbal afirmou Jesualdo Ferreira:
"O F.C. Porto tem a sua forma de jogar. Sabemos exactamente o que temos de fazer neste jogo com o V. Setúbal. Teremos de jogar ao nosso nível, com pormenores e detalhes diferentes, porque o adversário é diferente, mas nada mais do que isto."

"O F.C. Porto assume sempre, em qualquer jogo, o querer ganhar. Favoritismo é uma palavra que não interpreta bem o nosso espírito. O nosso espírito é querer ganhar e é isso que vamos tentar fazer."

"Gerimos o plantel estabelecendo objectivos. As coisas não se fazem de um dia para o outro. Estão programadas com algum tempo e são ajustados os objectivos. A motivação passa sempre por ajustar objectivos, obter sucesso, reajustar, quando ele não acontece. Não preciso de espicaçar a equipa. A equipa sabe perfeitamente o que tem de fazer neste jogo com o V. Setúbal."

"Todos nós treinadores temos a ideia de que as nossas equipas devem ter espírito guerreiro. Neste caso a palavra “guerreira” significa um espírito competitivo bom. Acho que o V. Setúbal deverá ter, mas o F.C. Porto irá ter com certeza."
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Lista de convocados:
Guarda-redes: Helton, Nuno e Ventura;
Defesas: Bruno Alves, João Paulo, Pedro Emanuel, Lino, Stepanov, Bosingwa e Fucile;
Médios: Kazmierczak, Lucho, Paulo Assunção, Raúl Meireles, Bolatti, Mariano Gonzalez, Quaresma, Tarik e Hélder Barbosa;
Avançados: Adriano, Lisandro e Farías;

Este é um jogo importante.
Porque o FCP desta época não pode ficar satisfeito "apenas" com a vitória no campeonato.
O FCP quer mais. E merece mais.

Façam a equipa como quiserem, mas eu aposto nos "suspeito do costume", ou seja, Helton, Bosingwa, Pedro Emanuel, Bruno Alves, Fucile, Paulo Assunção, Raúl Meireles, Lucho, Quaresma, Tarik e Lisandro.

Não sou adepto da rotatividade dos guarda-redes nos jogos da Taça. Qualquer que seja o guarda-redes suplente. Mesmo que fosse o Baía.
Defendo, então, a opção Helton, caso esteja nas melhores condições físicas.
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Não tenho nada contra o Nuno e por diversas vezes até defendi que deveria ser o titular. Não só pelo que demonstrou nos jogos em que foi chamado a essa responsabilidade, mas também pelo facto do Helton ter estado menos bem, menos seguro, durante certo período desta Liga.

Como quero ganhar esta Taça, acho que não podemos correr riscos de qualquer espécie e, por isso, entendo que devemos colocar toda a "carne no assador".

Um guarda-redes ganha confiança jogando e, por isso, é natural que o contrário se verifique. Como se viu na sexta-feira passada. Como se viu na Taça de Portugal que perdemos contra os "milhafres".

Não quero que tal se volte a repetir.
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Um abraço a todos e um forte POOOOORTOOOOO!!!

domingo, 13 de abril de 2008

Venha o 2º round...

Estádio do Bonfim, em Setúbal
26ª Jornada da bwin Liga 2007/2008
Árbitro: Elmano Santos (AF Madeira)

V. SETÚBAL: Eduardo; Jorginho (Ricardo Chaves, aos 46 m), Auri, Robson e Adalto; Elias (aos 46 m), Hugo e Bruno Ribeiro; Kim (Cláudio Pitbull, aos 58 m), Filipe e Paulinho;
Treinador: Carlos Carvalhal;

FC PORTO: Nuno; Fucile (Bosingwa, aos 46 m), Stepanov, João Paulo e Lino; Lucho Gonzalez (Hélder Barbosa, aos 75 m), Bolatti e Kazmierczak; Mariano Gonzalez, Lisandro Lopez (Adriano, aos 66 m) e Ricardo Quaresma;
Treinador: Jesualdo Ferreira;

Resultado Final: 1-2;
Marcadores: 0-1, Lisandro Lopez (aos 25 m); 0-2, Mariano Gonzalez (aos 29 m); 1-2, Hugo (aos 37 m);

Confesso-vos que vi o jogo muito tranquilo.
Qualquer que fosse o resultado para mim o jogo já estava ganho.
Horas antes. Por goleada.

E o marcador de serviço foi o NGP.
Com uma intervenção poderosa. Na sua melhor forma. Corrosiva. Explosiva. Acutilante. Implacável.
Como nunca. Como sempre.

Deixo-vos o essencial das suas declarações: "Quanto mais vitórias temos, mais os invejosos e os desonestos vão montar cabalas. Podem constituir-me arguido todos os dias, podem dizer que fiquei com o dinheiro da Dona Branca, podem dizer que ando com pó branco nos pneus do meu automóvel, podem dizer o que quiserem e dar credibilidade a quem quiserem, por mais desonesto que seja. Apesar de viver num país em que o Procurador-Geral da República não sabe se tem o telefone sob escuta - sabe menos que eu, porque eu sei que o tenho - mas se ele não o sabe, eu digo que temos de esperar tudo. Podem dizer o que quiserem, inventem o que quiserem, porque eu acredito na justiça divina e hei-de lutar eternamente para que o FC Porto seja o maior. Não recuarei... E até podem comprar testemunhas nas feiras, que eu hei-de continuar a orgulhar-me de ser do FC Porto e de Portugal."

O NGP, imparável, também não deixou passar a goleada dos “milhafres”, dizendo que: "É evidente que os tris se vão banalizando. A esta hora, em Coimbra, também se festeja um tri." E acrescentou: "Ontem estava estava num concerto, no terceiro aniversário da Casa da Música - mais um tri - e o meu telefone não parava de receber mensagens. Eu já nem percebia nada, porque o teatro estava escuro e depois falavam-me em lampiões e candeeiros. Mas recebi uma que vou guardar. Era da minha filha e dizia: Deus não dorme. Há-de ir tudo para o sítio certo."

A “corja jornaleira” também não escapou: "Não vamos ficar pelo tri, vamos estar conscientes que cada vez vamos ter mais inimigos, cada vez mais esses jornais, que estão ao seu serviço, vão continuar a mentir e a difamar, vão continuar a vender à custa da porcaria que escrevem."

Quanto ao jogo em si, bom... foi um típico jogo entre duas equipas nitidamente com o pensamento na Taça de Portugal. Em gestão.
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O FCP, sem 7 titulares habituais, dominou na 1º parte, embora se notasse a menor rotina de jogo do conjunto. Felizmente que fisicamente a equipa não comprometeu, graças aos jogos da Liga Intercalar que muito úteis são para manter os jogadores menos utilizados com um decente ritmo de competição.

Na 2ª parte o Setúbal (boa equipa) soltou-se e criou uma série de oportunidades de golo. O empate seria um resultado justo.

O jogo de terça-feira promete.

P.S.: Tanto os chamaram que eles aí estão: "A PSP do Seixal foi, ontem, chamada ao centro de estágio do Benfica, com o intuito de controlar um grupo de adeptos que se dirigiu ao complexo para interpelar os jogadores no final do treino. Rui Costa foi o principal interlocutor e apaziguador da insatisfação dos simpatizantes pela humilhante derrota da véspera ante a Académica. Os agentes haviam sido chamados pelos seguranças do complexo encarnado, como forma de garantir a saída dos jogadores sem incidentes. Os futebolistas foram abandonando o centro de estágio nas viaturas particulares, sempre cabisbaixos e sob olhares de alguma incredulidade, embora não se registassem quaisquer desacatos."

As palavras dos nossos intervenientes:
Jesualdo Ferreira
"Duas partes distintas. O FC Porto fez uma primeira muito boa, até aos 30/35 minutos. Impôs um ritmo forte, com bom jogo colectivo, jogadas ofensivas de muita qualidade e dois golos. O Vitória animou com o golo e fez uma segunda parte melhor. Jogou com muita qualidade e, acima de tudo, com muita raça. Ganhámos bem pelo que fizemos na primeira parte. Acima de tudo, chegámos aqui com vontade de ganhar, apesar da distância que temos dos nossos adversários. E este é o registo mais importante: a atitude e o profissionalismo dos jogadores do FC Porto. Notou-se também que os atletas com menos jogos acabaram por usufruir das provas intercalares. Neste contexto, este jogo foi importante, porque criou motivação para o próximo jogo e porque sentimos as dificuldades que teremos aqui para a Taça. O Vitória é, realmente, uma equipa muito boa, muito bem organizada e com uma excelente estrutura de jogo. Está em aberto um bom jogo na terça-feira."

Um abraço a todos e um forte TRI... CAMPEÃO!!!

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Chamem a Policia!

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Ó da guarda!
Chamem a Judiciária, o SIS e a ASAE.

Chamem o Exército e a Marinha.

Estes "resultados viciados" têm de acabar!...

PS: E chamem também o Cardozo que se foi embora a meio do jogo...


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quinta-feira, 10 de abril de 2008

As possiveis alterações no Plantel e ... os Treinadores

Em entrevista publicada no Jornal de Noticias, transcrita abaixo, o NGP antevê possiveis mexidas no plantel ("vendas" porventura inevitáveis...):
Pinto da Costa garante que o F. C. Porto não recebeu propostas pelos principais jogadores, ou seja, por Quaresma, Lucho González, Lisandro López e por Bruno Alves, embora não possa garantir que todos estes futebolistas permaneçam no Dragão na próxima temporada.Em entrevista à CLP-TV, canal de língua portuguesa para a comunidade lusitana em França e no Luxemburgo, o presidente fez o ponto da situação, afirmando que "nada do que tem vindo na comunicação social corresponde à verdade" dos factos. Ou seja, "ainda não recebeu propostas" por nenhum deles. "Mas não se pode garantir que eles fiquem, pois há países com uma capacidade financeira que nada tem a ver com o futebol português, porém a nossa intenção é manter os melhores", garante.
Fez considerações ao trabalho dos treinadores pós Mourinho:
Olhando para o que tem sido o passado recente do F. C. Porto, o líder portista considerou que "o grande fracasso de Del Neri e Fernández foi precisamente no aspecto disciplinar". Foram eles os treinadores que iniciaram funções em 2004/05, numa das épocas mais frustrantes com a perda do título para o Benfica. Depois, surgiu Co Adriaanse como "o homem ideal para pôr as coisas no sítio" e levar o F. C. Porto à conquista do primeiro dos três últimos campeonatos. "Repôs aquilo aquilo que sempre foi o nosso segredo a união e a disciplina", completa. Seguiu-se Jesualdo Ferreira, um treinador que manteve "a disciplina sem ser tão rigoroso".
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Ora considero interessante e realço a "justiça" a Adriaanse, aliás por mim já referido várias vezes: à parte o seu sistema táctico com o qual não me identifico mas que reconheço o seu resultado final a nível interno ("a dobradinha"), o seu grande contributo foi efectivamente no campo disciplinar...
Saudações

Manuel Serrão Tricampeão

Eis o comentário do Manuel Serrão, no Porto Canal:



31 - 23 = 8...ou serão 9 ?

Como bem dizia o Fanático, faltam (só) 8 !
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Embora correcto, correcto, seja dizer que faltam... 9 !

Só de pensar que até 1974 o FC Porto apenas tinha 5, repito, 5 campeonatos…
Ou seja, de 1983 a 1974, portanto, em 91 anos, o FC Porto tinha ganho … 5 campeonatos.
A partir do momento em que passou a ganhar o melhor, portanto, de há 34 anos a esta parte, o FC Porto venceu … 18 campeonatos.

Já pensaram bem na diferença ?

Curiosamente, este ano, levamos 18 pontos de avanço.

P.s. – Mesmo assim, esta semana assisti a uma das maiores sem vergonhices televisivas de que tenho memória - a estação pública de televisão (RTP), paga pelos impostos de todos nós, começou o seu programa desportivo de 3ª feira (Trio de Ataque), o primeiro após o FC Porto ter assegurado a conquista de mais um título, com o seguinte assunto – as declarações do presidente dos vermelhos….

VERGONHA !

E não me venham dizer que foi VINGANÇA pelo facto de o FC Porto não os ter deixado filmar a festa. É que, primeiro, a RTP, como estação publica, não tem direito a vinganças, e segundo, não fui eu que produzi e transmiti aquela palhaçada do “O bom, o mau e o vilão”.

terça-feira, 8 de abril de 2008

O DELFIM DO NGP

Deixo-vos abaixo o artigo no JN (edição de ontem) sobre o homem do Presidente:

“Profissionalismo, inteligência, sentido de humor, obcecado em vencer e crente em Deus. Bem podiam ser os predicados de Pinto da Costa, mas são as cinco premissas incontornáveis de Antero José Gomes da Ressurreição Henrique, director-geral do futebol do F. C. Porto. O delfim do presidente faz hoje 40 anos e é um dos elementos com mais peso e preponderância na estrutura do clube. Há mesmo quem o aponte como um dos possíveis sucessores do grande líder.

A face reservada do homem mais próximo do presidente pode ser interpretada como uma estratégia de defesa, mas quem o conhece caracteriza-a como um comportamento inato e típico dos tempos de criança. Enquanto os amigos se identificavam com os grandes craques de futebol, os que marcavam mais golos ou os que faziam as fintas mais exuberantes, Antero Henrique revia-se nos jogadores que passavam despercebidos. Preferia os mais regulares, os mais discretos e os mais eficientes.

Hoje cabe-lhe a responsabilidade de formar e gerir o plantel do F. C. Porto, com inegável sucesso, ele que em três anos de director-geral festejou outros tantos títulos nacionais.

Fixava números
Filho de uma professora primária e de um sargento da Guarda Fiscal, nasceu em Vinhais, vila transmontana do distrito de Bragança, a 7 de Abril de 1968, quando Pinto da Costa ainda subia a escada do dirigismo portista. Teve uma educação católica - um dos tios é padre - e assente em princípios sólidos e bem disciplinados. Era um aluno aplicado e que também "gostava de jogar pingue-pongue" na escola preparatória, como recorda Mário Gonçalves, o actual presidente do F. C. Vinhais. Nessa altura, nas brincadeiras e nos jogos de miúdos, já revelava uma faceta marcante da sua personalidade "Se não ganhasse, ficava amuado", sublinha o amigo Roberto Patrick Afonso, comerciante de pneus.

Mas Antero Henrique também se distinguia pela face iluminada, pelo sentido de observação e pela perspicácia - hoje é uma das suas imagens de marca. Era capaz de fixar os pormenores mais insignificantes, aqueles que passavam ao lado dos amigos mais chegados, mas que faziam a diferença nos momentos oportunos "Tinha uma memória e uma capacidade impressionante de fixar números. Sabia de cor vários números de telefone e as datas de nascimento. Olhava e fixava logo. É muito inteligente", resume Nuno Afonso, proprietário do restaurante "Madre Garcia", com quem viveu na mesma casa quando estudaram no Porto.

Em miúdo, Roberto Patrick Afonso diz que Antero Henrique "nutria simpatia pelo Benfica", mas os amigos que o acompanharam na adolescência garantem que "sempre foi portista", vibrava muito com as vitórias dos dragões e gostava de ir às Antas ver os jogos e os treinos. Um dos episódios mais marcantes foram os festejos da magnífica vitória em Viena, na Taça dos Campeões Europeus, quando Madjer e Juary colocaram o nome do F. C. Porto na rota internacional. "Tem um sentido de humor único, tem o sangue quente e é emotivo. E nunca se esqueceu dos amigos da terra", conta Edmundo Afonso.

Snooker depois do jantar
A vida académica repartiu-se entre Vinhais, Bragança e o Porto, onde chegou no ano lectivo de 1986/87, para se instalar numa casa na Rua de Santa Catarina, bem perto da Praça Marquês do Pombal, onde todas as noites desafiava a destreza nas mesas de snooker. Ir ao cinema era outro dos passatempos preferidos e o grande defeito era a dificuldade em cumprir horários, pois "chegava sempre atrasado" aos convívios. "Era uma pessoa discreta e muito religiosa. Ia todos os domingos à missa", diz Abílio Barreira, desenhador na Câmara Municipal de Vinhais, que viveu na mesma casa nos tempos de escola.

Em 1990, abre-se um novo capítulo que iria mudar a sua vida. Antero Henrique entrou no F. C. Porto como tarefeiro a colaborar numa renovação do número de associados. Depois, fixou-se na revista Dragões, primeiro como secretário de redacção e, depois, como coordenador. A partir daí, começa a subir nas escadas do clube, revelando uma capacidade de trabalho, eficiência e perspicácia acima da média.

Leal ao presidente
Foi assessor de imprensa, director de relações externas, responsável pelo departamento de marketing, desempenhando, ainda, funções ao nível da organização dos jogos. Foi ele que começou a preparar as conferências de imprensa com os treinadores - no F. C. Porto, nunca mais ninguém enfrentou os jornalistas desprevenido. Nessa altura, no início desta década, as suas opiniões no que ao futebol diz respeito já eram ouvidas e muitas vezes decisivas. Quando rebentou o Apito Dourado, esteve sempre ao lado de Pinto da Costa, por quem tem uma lealdade acima de qualquer suspeita. Em 2005, foi nomeado director geral do futebol e, a partir daí, o F. C. Porto já vai em três títulos nacionais, uma Taça de Portugal e uma Supertaça. Quem já trabalhou com ele, diz que Antero Henrique antecipa as decisões de uma forma prática "Enquanto os outros ainda estão a pensar, ele já está a executar". Com ele, o futuro começa a ser construído de imediato. Talvez por isso não falte quem o aponte como sucessor de Pinto da Costa. “

Pergunto:
- Será mesmo o sucessor?
- Por mais que consideremos e desejemos que tenha saúde e que seja o NGP por muitos anos, não estará o próprio já a preparar a sucessão, sendo mesmo o Delfim ?
- Como Director-Geral do Futebol, não estará a adquirir o Know-how para dar seguimento ao NGP?

Saudações

Miguel Sousa Tavares

Meus caros, parem tudo o que estão a fazer e vão já ler a crónica de hoje no jornal ABola do Miguel Sousa Tavares.

Absolutamente indescritível !

Só para abrir o apetite deixo-vos aqui o jantar do MST depois da jogo de Sábado:

"Foi festejar até fartar e depois um jantar especial: vieiras recheadas com arroz Carolino de pinhão e morgados do Algarve à sobremesa. Repeti seis vezes !"

Nem sei que mais dizer !!!!!!!!!!

ACHO VOU LER A CRÓNICA OUTRA VEZ...

P.S. - Mal consiga digitalizar ou roubar na bluegosfera o texto integral venho cá colocá-lo.

ADITAMENTO: Aqui fica o texto na íntegra:

"DIGA 23
1- E aí vão vinte e três campeonatos! Já só estamos a oito do Benfica e com cinco de avanço sobre o Sporting: para perceber o impensável que isto era no passado, é preciso ter vivido a infância de portista em Lisboa que eu vivi, sistematicamente a ver o FC Porto ser sovado em Alvalade ou na Luz (e, quando não era, quando aos 20 minutos ainda não estávamos a perder, lá aparecia o inevitável penalty para restabelecer a ordem natural das coisas…). Mas não hei-de morrer sem ver o FC Porto ultrapassar o Benfica em número de campeonatos nacionais — porque, no que respeita a títulos internacionais, há muito que os ultrapassámos, com seis contra dois.

Sábado à noite, no Dragão, viveu-se um daqueles momentos em que vale a pena ser portista, arrostar com a inveja dos medíocres, com a maledicência dos impotentes, com as calúnias dos incapazes. Estádio cheio, o mais bonito estádio do mundo, o equipamento mais bonito de todos, a alegria de um público habituado a reagir como uma grande família quando está debaixo de fogo, futebol, golos e espectáculo como só nós e, no fim, contra as contas dos pífios apitos dos invejosos, a festa, a nossa festa — digna, bonita, sentida como nenhuma outra.

Querem-nos tirar seis pontos? Tomem lá seis — seis golos — tomem lá a resposta, em campo, no terreno de todas as verdades. Não chega, querem mais? Venham mais — temos dezoito de avanço! Dezoito, ó tristes gentes que nem perder sabem e cujo treinador até assim se recusa a reconhecer o mérito dos vencedores!

Foi festejar até fartar e depois um jantar especial: vieiras recheadas com arroz Carolino de pinhões e morgados do Algarve à sobremesa. Repeti seis vezes!

2- Deixem-me falar do Benfica. Como, julgo, a grande maioria dos portistas da minha geração, eu cresci a temer e respeitar o Benfica. Temer, porque eles eram tremendamente melhores que nós e, apesar dos Porfírios Alves e Carlos Valentes (o Calabote já não é do meu tempo), eles ganhavam-nos quase sempre porque eram melhores. Respeito, porque o Benfica das décadas 60 e 70 era a casa do Eusébio e o orgulho dos portugueses. O meu pai, que era sportinguista, levou-me duas vezes à Luz, naquelas longínquas «noites europeias do inferno da Luz», e ambos torcemos e gritámos pelo Benfica. É verdade, e até levava o meu cachecol do FC Porto!

Agora, quando oiço Sílvio Cervan dizer que o Benfica é o maior clube do Porto e a maior referência internacional do nosso futebol, sinto um misto de pena deles e, simultaneamente, um reconforto: enquanto os adversários continuarem a guiar-se por ilusões ou propaganda para papalvos, nós continuaremos seguramente a ganhar. Há muitos locais do Porto onde eu encontro facilmente bandeiras do FC Porto penduradas nas janelas ou nas portadas das casas. Mas não me lembro de ver alguma do Benfica e, por favor, não me venham com a necessidade da clandestinidade: se são o maior clube, porque temeriam mostrá-lo? Também ando por aí no mundo e sou capaz de informar o Sílvio Cervan que, da Turquia a Angola e todos os Palop's, e do Brasil à Tailândia, o que vejo são camisolas do FC Porto e o que oiço falar, quando se fala do futebol português e o interlocutor não tem mais de 50 anos, é do FC Porto e não do Benfica.

De um lado ao outro do mundo, a gente do futebol sabe quem são o Bosingwa, o Lucho, o Quaresma, o Lisandro, e sabem quem foram o Deco, o Ricardo Carvalho, o Vítor Baía e o calcanhar do Madjer. Mas lamento informar que ninguém sabe quem sejam o Petit, o Di María, o Katsouranis ou o Maxi Pereira.
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O que aconteceu ao meu antigo respeito pelo Sport Lisboa e Benfica — e julgo que aconteceu também com todos os outros adeptos portistas e sportinguistas — é que o fui perdendo aos poucos. O Benfica das últimas décadas — o Benfica de Jorge de Brito, Vale e Azevedo, Filipe Vieira, de gente como João Malheiro, José Veiga ou Carolina Salgado — é um Benfica que eu não vejo razões para admirar. Não porque percam, mas porque não sabem perder. São arrogantes por natureza, como se, por determinação divina, tivessem direito a ganhar sempre ou quase sempre; nunca, jamais, reconhecem o mérito de uma vitória alheia; vivem em busca do conflito, da calúnia, da suspeita não provada jogada aos quatro ventos. Gritam pela justiça do Apito Dourado mas foram eles que se aliaram ao major Valentim para controlar a Liga, no seu pior momento, porque, como explicou Vieira, isso era mais importante do que ter bons jogadores ou jogar bem; clamam que são as virgens virtuosas do futebol, mas esquecem-se de coisas como o caso Paulo Madeira, o jogo comprado ao Estoril para o Algarve ou a forma como foram campeões pela última vez, com todos os golos dos últimos jogos a resultarem de penalties ou livres à entrada da área.
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Não sei se o Sílvio Cervan conseguirá acreditar na sinceridade do que vou dizer: o que o Benfica mais perdeu nas últimas décadas não foram campeonatos. Foi o respeito dos adversários, uma coisa que levara gerações a construir e que representava um imenso capital de prestígio e grandeza. Hoje, o Benfica é um clube que só os seus estimam. Dir-me-ão que o mesmo sucede com o FC Porto e eu respondo que acho que não é bem assim, mas, mesmo que o seja, ao contrário da história do Benfica, nós nunca gozámos de outro estatuto e estamos bem habituados a viver com isso.
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3- No Bessa, o Benfica fez um belo jogo e o suficiente para ganhar folgadamente. Mas teve um grande guarda-redes pela frente, teve falhanços vários e azar muito. Mas também teve sorte, quando Jorge Ribeiro (já anunciado como reforço benfiquista para o ano que vem) não conseguiu acertar um passe lateral fácil para qualquer um de três colegas isolados frente a Quim e cobrou um penalty com a displicência de quem sacode uma mosca. Com toda a falta de sorte que desta vez teve, o Benfica até podia ter acabado a perder o jogo. Já se sabe e foi dito oficialmente, que só não o ganhou por culpa do árbitro. Eu, que sou suspeito, não vi qualquer um dos dois penalties tão reclamados, mas não deixo de sorrir quando vejo Vieira a acusar Lucílio Baptista de «viciar o resultado». É que este é o mesmo Lucílio Baptista a quem todos os portistas desejam ardentemente a reforma, depois de anos a fio a prejudicar sistematicamente o FC Porto, a benefício do Sporting e também do Benfica, que lhe deve uma valiosa colaboração na final da Taça de 2004. Sabendo-se que o homem sempre teve horror ao azul-e-branco e que o FCP, aliás, é parte agora desinteressada da batalha atrás de si, as suspeitas de Vieira, desta vez, só podem apontar para o vizinho do lado — o Sporting, pois claro!
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É verdade, porém, que o V. Guimarães, segundo rezam as crónicas, foi beneficiado com a arbitragem em Paços de Ferreira, e que o Sporting, numa altura em que bem oscilava, viu o árbitro anular misteriosamente um golo ao Sp. Braga, em Alvalade. Mas isso ainda me dá mais vontade de sorrir. É que o arbitro — que é testemunha de acusação no Apito Dourado — é nem mais nem menos do que o célebre Bruno Paixão, do inesquecível Campomaiorense-FC Porto, a mais escandalosa arbitragem a que alguma vez assisti, em que até era preciso o Jorge Costa colar-se às costas do Jardel nos cantos para que ele não fosse sistematicamente agarrado nas barbas do árbitro por um rapaz que o Benfica tinha emprestado ao Campomaiorense (e, por acaso, o jogo viria a valer um campeonato perdido pelo FC Porto). Pelo que, se agora o mesmo árbitro — que, aliás, nunca mostrou categoria para a primeira Liga — descobriu em Alvalade uma falta que nem o Além conseguiria descortinar, e se com isso passou a ser suspeito de prejudicar o Benfica ao ponto de Luís Filipe Vieira pedir à PJ que entre em campo, a mim só me dá vontade de sorrir e pensar que belas testemunhas juntou o Ministério Público para o Apito Dourado!
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Mas, para a semana, tão certo como dois e dois serem quatro, vai haver um erro de arbitragem a favor do Benfica e o Sporting vai achar-se com razões de queixa do árbitro e invertem-se os papéis: um grita e o outro fica muito bem caladinho. São tão previsíveis os nossos rivais!"

Será que a PJ vai descobrir as diferenças ?!?!









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Como todos sabem a culpa é do Pinto da Costa...
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P.s. - Espero que a PJ comece a investigação pelo Alvarge...

domingo, 6 de abril de 2008

UM GOLO POR CADA PONTO QUE NOS QUEREM ROUBAR!!!

Estádio do Dragão, no Porto
25ª Jornada da bwin Liga 2007/2008
Árbitro: João Vilas Boas (AF Braga)

FC PORTO: Helton; Bosingwa (Bolatti, aos 72m), Pedro Emanuel, Bruno Alves e Fucile; Lucho, Paulo Assunção (Farias, aos 81m) e Raul Meireles; Sektioui (Mariano, aos 65m), Lisandro e Quaresma;
Treinador: Jesualdo Ferreira

E. AMADORA: Nélson; Moreno (Wagnão, aos 14m), Maurício, Hugo Carreira e Hélder Cabral; Marcelo Goianira, Tiago Gomes e Celestino (Nuno Viveiros, aos 56m); Mateus (Marco Paulo, aos 73m), Anselmo e Mendonça;
Treinador: Daúto Faquirá;

Resultado final: 6-0;
Marcadores: 1-0, Lucho (aos 8m); 2-0, Sektioui (aos 11m); 3-0, Quaresma (aos 65m); 4-0, Maurício (aos 71m, a.g.); 5-0, Bruno Alves (aos 78m); 6-0, Lisandro (aos 87m);


*** O NOSSO VIDEO DA FESTA DOS TRICAMPEÕES ***

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Simplesmente… TRIturador.

O Estrela que desculpe lá qualquer coisinha, mas tinha que ser: Um golo para cada ponto que nos querem roubar!!!

Saí tarde de casa.
Cheguei tarde ao Dragão.
O marcador já assinalava 2-0. Não fiquei surpreendido. O barulho ensurdecedor que veio do estádio (por duas vezes) não deixava margem para dúvidas.

No caminho para o estádio, um senhor de idade, ao ver-me a mancar (ainda não recuperei totalmente) em passo acelerado, aborda-me e diz: “Ó amigo, vá com calma. Este já está em casa!!!”. Tinha razão. E retomo a marcha mais devagar.

Já no Dragão só vi sorrisos de satisfação à minha volta. E pensei, cá para os meus botões, que é tão bom ser portista.

Então pá? A estas horas? Tens desconto no lugar anual por chegares depois da hora?”, são os comentários que ouço dos "suspeitos do costume".
Respondo: “Não se preocupem que ainda vim a tempo. Hoje vão ser 6 batatas!!!
E assim foi. Devia ter feito o euromilhões…

Quanto ao jogo, sabíamos todos que, pelo menos, o 0-0 estava garantido, graças a um envelope com 2.500 Euros que tinha sido entregue ao árbitro 2 dias antes do jogo (não fosse o Diabo tecê-las).
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A vitória e os golos, bom... esses aconteceram graças ao simpático patrocínio da empresa “Há fruta ou chocolate, L.da”, sem a qual, admitamos, nunca conseguiríamos vencer nada nesta vida e muito menos esta Liga 2007/2008, dada a fortíssima oposição dos nossos rivais.

De resto, houve festa até às tantas.
Dentro do Dragão. Cá fora na Alameda e na Avenida.
No Porto. Em Portugal.
No MUNDO!!!
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E fruta também houve com certeza, uma vez que não devem ter faltado MELÕES um pouco por todo o País ao verem os nossos cachecóis a esvoaçar nas janelas dos carros.
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Ecos do Tricampeão:
O Jogo
"O FC Porto conseguiu ontem a renovação matemática do título, o terceiro consecutivo, o segundo de Jesualdo, e o 23º da história do clube. E fê-lo com uma exibição de gala, conseguindo a maior goleada da temporada, a provar o que pouco havia para provar, ou seja, a imensa superioridade da equipa de Jesualdo Ferreira em relação a todos os adversários."
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Maisfutebol
"Estádio do Dragão, 5 de Abril de 2008, 21h03. F.C. Porto tricampeão. Tão natural como a sede, a sede de vitórias que se instalou num clube predefinido para o sucesso. O Estrela iluminou o caminho na recta final, bastaram 12 minutos para ultrapassar o derradeiro obstáculo e começar a pensar no champanhe, nas reservas renováveis anualmente."
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A Bola
"Melhor ataque (49 golos), melhor defesa (só 9 golos sofridos), melhor goleador (Lisandro López), melhor equipa. O FC Porto é o incontestável Campeão Nacional 2007/2008, conquistando o tricampeonato quando faltam ainda cumprir cinco jornadas. O título fica-lhes tão bem!"
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As palavras dos nossos intervenientes:
Jesualdo Ferreira
"Esta equipa foi construída com uma base do senhor Co Adriaanse. Cresceu com a competição e no ano passado teve um trajecto muito bom, apesar de uma quebra na segunda volta. Este ano apenas perdemos sete pontos no campeonato. Há jogadores que evoluíram muito e têm muita humildade. Somos uma equipa de talento e temos regras de funcionamento. Aqui e ali as coisas não saem como nós queremos, mas nós temos regras claras. É uma equipa à nossa imagem e é uma equipa à imagem do F.C. Porto."
Quanto ao jogo: "A equipa foi competitiva e adulta. Com 2-0 aos 11 minutos, pensei que [o jogo] ia acabar cedo, mas depois acomodámo-nos um pouco. Conversámos ao intervalo e tudo mudou. Fizemos seis golos, o nosso resultado mais volumoso até agora. A equipa jogou bem, o público foi fantástico, enfim, estamos felizes e orgulhoso com a nossa seriedade e competência".
Sobre os objectivos até final da temporada: "Temos o objectivo de ganhar mais cinco jogos e queremos ampliar a diferença para o nosso adversário. Queremos marcar mais golos, queremos que o Lisandro seja o melhor marcador e ainda temos uma eliminatória muito difícil na Taça de Portugal. Queremos ir à final e conquistar a taça."
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Um abraço a todos e um forte TRI... CAMPEÃO!!!

PS: Entretanto, o Orelhas, e os vermelhos da comunicação social, já inventaram algo para deitar areia para os olhos dos seus adeptos. No jogo de ontem, NÃO HÁ NENHUM PENALTY A FAVOR DOS VERMELHOS. Até há é um segundo penalty contra eles. Mas lá veio o Orelhas dizer que é um escândalo, que há viciação de resultados, que a PJ deve investigar… O comentador da SportTV, vendo que o jogador do Boavista chuta a bola, repetiu vezes sem conta que era penalty. O Coroado, opina contra o FC Porto, pois na semana passada tocar na bola (diz ele que toca) é relevante, mas ontem isso não interessa nada. Isto é que é a limpeza? Isto é que é a verdade? É contra tudo isto que o FC Porto tem de lutar! É por isto que temos de ser muito fortes, muito mais que eles. É por isto que as vitórias são tão saborosas! FORÇA PORTO! TRICAMPEÕES, OLÉ!
Azzulli

sexta-feira, 4 de abril de 2008

TODOS AO DRAGÃO!!! O NOSSO DESTINO É VENCER!!!


Perante o vergonhoso ataque que se encontra em preparação contra nós e contra o NGP, a família portista percebeu a mensagem que se impunha: CERRAR FILEIRAS!!!

E por isso acorreu em massa às bilheteiras do Dragão para adquirir bilhetes para o que poderá ser a festa de mais um tricampeonato.

Segundo uma notícia do Maisfutebol:
"Foram postos à venda apenas cerca de 12 mil bilhetes para a recepção ao Estrela da Amadora, já que mais de 37 mil cadeiras pertencem aos lugares cativos de toda a época.

Cerca de 60 pessoas faziam uma fila constante, ansiosamente à espera de alcançarem o «rectângulo mágico». A alegria estava estampada nos rostos, porque a fé nos azuis e brancos é imensa: «Não tenho a mínima dúvida que o F.C. Porto vai ser campeão. Vamos ganhar 3-0, dois do Lisandro e um do Tarik».
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Os portistas ressalvam a qualidade dos comandados de Jesualdo Ferreira: «Claro que vamos ser já campeões. Acho que não há qualquer dúvida que fomos os melhores este ano». A confiança é inabalável, o champagne até já está na porta do frigorífico: «Se não for no sábado é noutro jogo qualquer».
(…)
Já no final da fila, um casaco vermelho destoava do azul predominante: «Eu sou benfiquista, mas vim comprar bilhetes para o meu marido porque faz anos. Custa-me um bocado estar neste ambiente de festa, mas acho que o F.C. Porto foi melhor e os outros também foram muito maus. Acho que, infelizmente, vão ganhar no sábado».
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O F.C. Porto não adiantou números oficiais, mas espera-se que ainda sobrem bilhetes para amanhã. Aos adeptos que não são sócios, resta esperar que sobrem alguns ingressos, a ser vendidos apenas na quinta-feira. O certo é que ninguém desiste: «Viemos tentar comprar, mas não somos sócios. Agora vamos tentar de outra forma. O importante é estarmos lá no sábado»."

Entretanto, durante a cerimónia que serviu para assinalar o prolongamento do contrato com Jesualdo Ferreira até 30 de Junho de 2009, o Nosso Grande Presidente esteve, uma vez mais, ao seu nível e afirmou aquilo que custa a muito boa gente entender ou aceitar:

"O mister chegou aqui há dois anos, quase de surpresa, não teve tempo de preparar o plantel, mas venceu o campeonato, voltou a vencer este e há-de vencer mais, por mais que custe a muita gente. Para nós, este é um acto que nos enche de muita alegria. Ninguém pode fugir ao seu destino e o nosso destino é vencer. Ofereço-lhe a caneta com que assinámos este contrato. Que a guarde, porque ainda vai precisar dela". Nem mais!!!

Eu sou um feliz portador de lugar anual. Por isso só me resta ir ao Dragão para a festa.
E só admito que a mesma não se realize por motivos totalmente imputáveis ao Estrela de Amadora. Ou seja, dentro do campo.

Tudo o mais são tentativas miseráveis de tentar tirar brilho a uma época brilhante e apagar da memória a fraquíssima oposição oferecida pelos nossos rivais directos(?).
E perante elas nunca ceder, nem que para isso corramos o risco de começar o próximo campeonato em desvantagem. O que, numa situação normal, apenas tornará a nossa próxima conquista mais gloriosa e mais humilhante para os outros.

Um abraço a todos e um AINDA MAIS FORTE POOOOORTOOOOO!!!

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Ele há coincidências ... de cristal !

Jaime Pacheco foi hoje castigado com 12 dias por causa de declarações feitas em ....Novembro de 2007. Não pode assim ir para o banco no jogo do próximo fim de semana. Sabem com quem joga o Boavista ?...
Já agora, o jogo vai ser arbitrado pelo Lucílio Calabote Baptista. Será que vai haver mais … cristal ?

quarta-feira, 2 de abril de 2008

UEFA Champions League

Chegaram os Quartos de Final da Champions.
Em Gelsenkirchen, aqueles odiáveis alemães perderam com o Barça, do nosso Deco: 0-1.
Em Roma, o ManUnited, do nosso Anderson, praticamente arrumou os italianos: 0-2.
Em Istambul, o Fenerbahce deu a volta ao resultado frente ao Chelsea, do nosso Ricardo: 2-1.
Em Londres, o Arsenal empatou com o Liverpool: 1-1.
Neste jogo, vejam o lance aos 70 minutos, quando Fabegras remata e o próprio colega Bendtner corta a bola, que ia entrar, em cima da linha. Uma preciosidade!

Mas o mais importante: está de volta a nossa Fantasy League!
O "P_R" do Pedro Resende mostra que segue seguro, bem na frente!
O "MY TEAM" do Carlos Bessa também está forte, mas perdeu terreno na perseguição ao leader. E perdeu também avanço para os "Los Muchachos" do Ivo Silva, que está a ser pressionado pelo "PS3" do Tito Paris.


PRESIDENTE, NÃO ACEITE ! A LUTA TEM DE SER ATÉ AO FIM. NÃO SE ESQUEÇA, NÓS ESTAMOS CONSIGO ! E VAMOS VENCER ESTA GUERRA.

Pelos vistos os accionistas da SAD querem que a SAD acate a sanção, por forma a que a próxima época comece com o apito dourado resolvido (podendo, assim, apenas o Presidente contestar o processo disciplinar até às últimas consequências). Por mim, é muito simples - Era só o que faltava. NEM PENSAR ! Repito, NEM PENSAR !
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A VERDADE ACIMA DE TUDO.
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Até porque, este ano, AINDA NÃO GANHÁMOS NADA !
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Sábado, TODOS AO DRAGÃO.