
terça-feira, 21 de junho de 2011
Há que moralizar as tropas !

quinta-feira, 14 de outubro de 2010
"Ode a um tempo novo"
Povos inteiros, como este a que pertencem estas criancinhas (a propósito duma fotografia de crianças iraquianas que seguravam um cartaz dizendo "O Porto é o maior!") por quem fala a verdade, tinham no seu imaginário mítico a existência dum povo forte e terrível e duma nação valente e imortal, a Ocidente, que outrora subjugara os seus ancestrais, mas que teria talvez desaparecido nalgum cataclismo terrível, qual Atlântida engolida pelas ondas!
Nas horas de transmissão do saber mítico, com os filhos ao colo, pelas noites estreladas da Babilónia, os pais falavam desses super homens agora extintos, espécie de semi-deuses, belos e poderosos, a quem ninguém se podia igualar, no entanto compassivos com os inferiores e vencidos, suaves com as mulheres, pacientes com as crianças: gente que não podia ser deste mundo, talvez vindos do espaço, talvez dalguma daquelas estrelas mais brilhantes?
Mas eis que do fundo da Europa, do nobre burgo Portuense, a raça e o espírito para sempre julgados extintos desse nobre povo de novo surge, ilumina a terra inteira com a luz do seu génio, espanta com a força do seu querer, aterrorizando os maus, os medíocres e constituindo esperança num futuro de justiça e glória para os fracos e oprimidos!
Á frente desse Nobre Povo, qual falange celeste, guarda avançada de maiores desígnios, o FCP, comandado para vitórias estrondosas pelo bravo paladino Pinto da Costa, deixando atrás de si os restos calcinados, as paisagens desoladas de outrora orgulhosas (mas ímpias!) nações futebolísticas, cujo domínio secular assentava em alicerces podres de prepotência, de repressão, de exaltação e favorecimento dos maus e medíocres e perseguição dos bons e competentes!
Oh, belos Cavaleiros do Apocalipse, empurrais à vossa frente as trevas da longa noite em que os vossos filhos foram escravizados e escondidos do mundo, e segue-vos a aurora radiante do dia eterno, em que para todo o mundo brilhará a luz Portista!!
.
Quererás tu subir connosco ao Olimpo, ter um lugar no Panteão dos deuses?
Renega o verde, símbolo da podridão e corrupção terrena, foge do vermelho demoníaco, da eterna danação, e toma contigo o estandarte azul e branco, símbolo das alturas celestes e puras, regenerador e purificador!
Vem connosco, e deixa-me chamar-te "Irmão"!”
.
P.s. - O fantástico texto (de resposta a alguém que não tinha a felicidade e o bom gosto de ser portista ...) que acabo de transcrever, com as necessárias adaptações, foi retirado do comentário do Barba Azul (a quem muito agradeço) feito no post anterior.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Ainda a jornada europeia
Sou Dragão há 48 anos! Desculpem-me se vou repetir algo já escrito anteriormente mas, dado a temática ter gerado inúmeros "ataques" e "contra-ataques", não me foi possível ler todas as "jogadas".
Ao nosso Professor Pardal (com carinho) falta-lhe a sorte do Gastão. Tenho o maior apreço por ele mas, como também me zango com os meus filhos e nunca deixarei de gostar deles, não posso deixar de manifestar o meu descontentamento neste fantástico mural azul. Passo, agora, ao discurso directo.
Professor Pardal, reconheço-lhe enorme criatividade mas não acha que já inventou vezes suficientes na Champions para poder retirar as devidas ilações?
Professor, tenho dúvidas:
O Hulk jogou como - Jogador? Espectador? Jogador/Espectador? Espectador/Jogador? Em qualquer dos casos, imperava a necessidade de exibir as mãos nas ancas quando os defesas do Chelsea o circundavam com a bola? Deu-lhe, Professor, instruções para que não corresse muito na primeira parte pois o caminho de regresso afigurava-se longo?
Por outro lado, não entendo a entrada do Falcão, impetuosa, varrendo a frente de ataque toda e o nosso meio campo, numa correria frenética que até lhe podia ter feito mal.
Professor, jogando estes dois jogadores como pontas de lança e engrenado diferentes velocidades e atitudes, não consigo compreender tamanha disparidade de actuações.
Mas sabendo que o Professor é o verdadeiro Capitão da equipa, perguntava-lhe qual a estratégia subjacente a estas demonstrações antagónicas?
Depois, Professor, e para terminar, nem jogamos muito mal, antes pelo contrário. O que me deixa completamente frustrado, mesmo mesmo, é eu nunca saber como de facto poderia ter sido se tivéssemos jogado com a equipa que está a carburar há já algumas jornadas.
Fonix! É sempre a eterna dúvida!”
(comentário do nosso leitor Smiley ao post do Azzulli “Jesualdo: "Na segunda parte fomos melhores e dominámos"”)
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Desabafo sentido e orgulhoso
Nem sei bem o que dizer, as lágrimas correm-me pela cara porque sinto que faltou apenas um pouco de sorte ... sorte que eles tiveram por fazer um golo tão cedo – logo no primeiro pontapé - e por não sofrerem um golo numa das várias oportunidades que criámos com todo o mérito...
Maldita sejas sorte, que nos abandonas sempre quando mais precisamos de ti ... correu tudo mal ... sem o líder no banco, sem o comandante no relvado, sem a sorte no remate.
Dói-me a alma, mas há uma coisa que suprime isso tudo - ORGULHO.
Orgulho, por enfrentarem sempre o MU olhos-nos-olhos, sem medo, sem receio; orgulho por dignificarem e honrarem o símbolo que têm na camisola, que se f… o país, não merece.
Obrigada guerreiros, obrigada pela bela campanha que fizerem, e pela forma como se bateram, não vos podia pedir mais do que me deram, porque tentarem tudo.
Olhem para trás. No inicio, quantos disseram que a equipa inexperiente não tinha qualidade para a Champions ?
Pois, venceram o grupo de forma categórica, eliminaram o At. Madrid e foram com tudo o que tinham e puderam para cima da "melhor equipa do mundo" que foi dominada em casa, e hoje, fez o golo no primeiro remate que efectuou à baliza e aproveitou cada paragem de jogo para queimar todos os segundinhos ... medo ? Foram eles que o tiveram!!
Olhem para a frente, temos um Treta à distancia de cinco vitórias e um pé na final da Taça.
Mais uma vez, obrigada Campeões ! Obrigada por tudo !
O meu nick será eterno !”
.
(O título é da minha responsabilidade)
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Em defesa de Jesualdo (**)
No Dragão, aqueles que aparecem, comportam-se como se estivessem na ópera e quando se fazem ouvir é para assobiar ou festejar algum golo.
Qualquer opção na gestão de efectivos feita pelo Jesualdo é logo vista como sendo este o maior dos incompetentes.
Esquecendo-se que é bicampeão. Já sei, no Porto qualquer um é! (…, será mesmo..?).
E no Braga, alguém depois dele, e com planteis de melhor qualidade, (porque ninguém) fez melhor?

No percurso de uma época claro que faz opções erradas, mas quem não as faz ao logo de um ano.
Isto numa época em que teremos mais jogos que os nossos concorrentes lisboetas, talvez menos plantel que os abutres, e contra uma comunicação social que a cada jornada tenta refazer a historia.
Julguem-no no final da época perante os resultados.
E se for bem sucedido, não se esqueçam, que nesta época foi além de treinador, presidente e porta-voz do FC Porto.
Já não há pachorra com os mimados adeptos do FCP.”
(comentário, feito no penúltimo post, da autoria do nosso leitor Camilo - que vale bem um post - em resposta a várias críticas (algumas delas ferozes), incluindo minhas, ao nosso treinador).
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
OS COITADINHOS DOS ADEPTOS DO CLUBE DO REGIME ... (**)
Ricardo, eu diria que o problema é que no Manual das Regras do Futebol dos benfiquistas (adoptado como oficial para todos os efeitos) existe um conjunto de regras especiais para o Porto, como:
“em situações limite de fora-de-jogo o princípio de benefício ao ataque não se aplica ao Porto, porque aqueles malandros não merecem”
“as decisões dos árbitros são soberanas, excepto na arbitragem de jogos do Porto, em que a decisão do árbitro deve ser validada pela opinião unânime dos adeptos da equipa contrária, porque aqueles malandros são uns fingidos e muito hábeis em enganar árbitros”
“a regra anterior aplica-se em todas as circunstâncias de jogo, incluindo, claro, situações em que os malandros reclamem penalty”
“convém esclarecer que por desígnio divino, acontece que as situações de penalty sobre jogadores do Porto são sempre extremamente denunciadas, sem qq margem para dúvidas”
“pela evidência científica descrita na regra anterior, é claro que se a situação não é escandalosa, é porque não houve nenhum penalty e os malandros estão como sempre a fingir”
“sendo facto científico que todas as verdadeiras faltas sofridas pelo Porto são luminosamente nítidas, qualquer árbitro que marcar uma falta relativamente à qual os benfiquistas viram perfeitamente que não era falta, é corrupto, parcial ou está doido ou é corno ou…”
“o prazo de validade para o Porto ou os portistas reclamarem uma falta existente e que não foi marcada, é de 30 segundos; terminado este prazo, a falta caduca e não se fala mais nisso” (*)
Com base nesta cartilha, estou perfeitamente de acordo, é um escândalo, temos sido levados ao colo todos estes anos!!
(*) Este artigo remete-nos para a regra 127 do capítulo dedicado ao Benfica: