sábado, 9 de março de 2013

Estamos (a ficar) mal habituados...

Ganhamos 2-0.
De forma inquestionável.
E podia ter sido por uma diferença maior.
Aliás, que me lembre, o adversário criou uma única oportunidade de golo (de livre).
 
 
Ainda assim, alguns portistas não gostaram.
 
Três notas sobre isso:
 
Primeira, eu percebo que se queira mais a nível exibicional. E, como disse o meu amigo Vila Pouca em comentário ao post anterior, há que fazer necessáriamente algo mais para se ter o estádio mais preenchido. No fundo, digo eu, para "forçar" os molengões a sair do sofá.
 
Segunda, já não concordo com quem diz que o resultado/exibição/eficácia foram negativos. É que os 3 pontos não deixam qualquer dúvida. E são fundamentais !
 
Terceira, além do mais, só ter a oportunidade de ir ver o meu clube ao vivo dá-me sempre uma enorme alegria. Sempre foi assim. Ainda por cima, tenho a felicidade de assistir aos jogos na companhia de diversos amigos que comigo comungam desta irresistível paixão, de seu nome, Futebol Clube do Porto. Por isso, nunca dou o meu tempo, nem o dinheiro, por mal empregue quando vou assistir, em casa ou fora, a um jogo do meu clube. Nunca (mas, claro está, aceito quem pense o contrário, da mesma forma que não admito que questionem o gosto que me dá acompanhar ao vivo o meu clube, independentemente da qualidade exibicional, por vezes, inferior à desejável; só não aceito quando a atitude não é à Porto).
 
Dito isto, se estava confiante para ontem, estou mais ainda para Málaga.
 
Mas não esqueço o seguinte - importante, importante, mesmo importante, é ganhar na Madeira e, depois, em Coimbra.
 
SOMOS PORTO

6 comentários:

Tasqueiro Ultra-Copos disse...

dava-me gozo ganhar quarta-feira só para calar os malaguetas

Fanático disse...

Grande jogo e grande resultado:marcar cedo, da saúde e faz crescer!

Fanático disse...

Vamos ser tri!

ℙΣ₦₮∀ ➀➈➆➄℠ disse...

@ o situacionista

desculpa-me as seguintes palavras (e, se assim o considerares, estás no teu pleno direito em as eliminar), mas "quem não se sente, não é filho de boa gente". e vou escrevê-las porque gosto deste espaço de discussão e porque as encaro como uma crítica construtiva.

assim sendo, confesso-te que não gosto do "tom" acintoso dos teus últimos posts a propósito do «portismo cómodo, molengão».
já o referi num comentário anterior - a crise que grassa neste País, sobretudo na Região Norte, está a ter reflexos inclusive no (não) preenchimento das bancadas, no Estádio do Dragão.
o próprio "Hugo" também abordou essa temática, a mais de 3000 km de distância.

bem sei que te referes aos «privilegiados que, podendo ir aos estádios, optam sempre pelo sofá» e pela comodidade do conforto do Lar.
mas, (e mais uma vez) desculpa-me mas estou em crer que não será assim, com essa arrogância nos posts que os conseguirás demover; aliás, contribuis (in)directamente para que eles persistam no erro.
confesso-te que, se tivesse esse imenso privilégio (como bem referes) de poder ir a todos os jogos no meu/nosso teatro de sonhos azuis-e-brancos e não o fosso por comodismo, depois de te ler, pensaria duas vezes: é que não quereria te a meu lado um portista a julgar-me pela minha ausência, sem saber das razões para tal.
(por exemplo, ocorre-te que muitos desses "dragon seats já poderão estar noutras paragens, como o "Hugo"?)

desculpa-me este desabafo, mas é algo que me estava "atravessado" (por não gostar).

abr@ço
Miguel | Tomo II

dragao vila pouca disse...

Pois, eu por exemplo, nunca vou deixar de ir, se ia em tempos muito piores, mas quem vem de longe, quem hesita, quem tem dificuldades para vir, se depois, não vê os mínimos, na próxima não vai. Mas espero, do fundo do coração, que frente ao Estoril tenha sido de facto poupança ou desinspiração e não outro sintoma mais grave. A resposta começará a ser dada logo.

Abraço

O Situacionista disse...

Miguel,

Por ora, só para lhe dizer que brevemente voltarei ao tema e tomarei na devida nota o seu excelente comentário (creio que já saberá que sou um apreciador de uma opinião convicta e fundamentada, independentemente de estar ou não de acordo com a minha, ou ser mais ou menos crítica para com ela (desde que respeitosa, claro, como é o seu caso ou, já que o refere, o do Hugo)).

Posso, ainda assim, adiantar que por vezes, para se atingir os objectivos é preciso "esticar a corda" e agitar as águas.

E, depois, para contrabalançar esse eventual "excesso", temos sempre o nosso amigo Vila Pouca com a palavra e o pensamento sábios.

Até breve e boa sorte para logo !

SOMOS PORTO